“Sabe aquela piada sem graça? Pois então, ela era a única que ria. E as piadas dela? Sem sentido. Pois então, eu era o único que ria. De um modo assim diferente, a gente se entendia.”
Anderson Babinski. 
“A felicidade passa,
repassa,
mas nunca fica.”
Jô Costa. 
“Alguém vai terminar chorando. Provavelmente eu.”
Salém.
“E quando tocar a nossa música eu vou te pegar para dançar, e bem na nossa parte preferida eu vou sussurrar no teu ouvido que te amo, que preciso da sua companhia todo dia, toda hora. Que sem você minha vida fica sem graça e sem sentido, é isso mesmo. Vou dizer que você dá sentido a minha vida. Vou te beijar e te convidar para viver comigo para o resto da vida.”
Nuveno.  
“Exatamente assim. Pesada, sufocada. Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afetos, todos os carinhos, todas as atenções. Quero colo, quero beijo, quero cafuné, abraço apertado, mensagem na madrugada, quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros… quero parar de me doar e começar a receber. Sabe, eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre virgulas, aspas, reticências… eu vou gostando… eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou… e continuo indo, assim, desse jeito, sem virar páginas, sem colocar pontos… e vou… dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros tem para me dar.”
Caio Fernando Abreu.
“Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, do futebol, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da capoeira, da academia, do blog. Significativos em cada etapa de formação. Não estão em nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinando, de modo imperceptível, as nossas atitudes. Quantas juras foram feitas em bares a amigos, bêbados e trôpegos? Amigo é o que fica depois da ressaca. É glicose no sangue. A serenidade.”
Fabrício Carpinejar.